Vereador Edson em seu pronunciamento salienta a importância do cuidado com a dengue, mesmo no inverno

O vereador também fala sobre o decreto 1600/2015, sobre os requerimentos que considera desnecessários entre outros assuntos
Ponto da Notícia | 24/06/2015 14:07

Na noite desta terça-feira foi realizada na Câmara de Vereadores de Mercedes a 19ª Sessão ordinária. O Vereador Edson Schug usou a tribuna para primeiramente saudar a todos os presentes e na sequência fazer um alerta a todos os munícipes a respeito da Dengue, segundo o vereador, houve mais um caso confirmado em Mercedes e por isso “fica um alerta para a população de que o frio não representa comodismo e que podemos afrouxar de novo e descuidar, pois vamos sofrer as consequências (...)”.

Outro assunto apresentado pelo vereador Edson é com relação ao decreto 1600/2015 do Governador do Estado, do qual o Vereador havia solicitado um requerimento verbal na sessão passada. Edson afirma que a “pressão dá resultado”, pois não será preciso mais este requerimento já que o governador Beto Richa voltou atrás de seu decreto e não cobrará mais a taxa sobre o consumo de energias das propriedades com consumo acima de 1000kw/h. “Agradecemos a todos que se empenharam nesta situação”.

O projeto colocado em pauta a nível estadual e municipal. Edson colocou sua posição: “não sou homofóbico, apenas acho que a cada um cabe o seu direito e meu direito vai até onde vai o direito do outro(...) e principalmente a família tem o direito de educar seus filhos da maneira como acharem melhor e estamos a mercê de receber um projeto de lei complementar 122 que trata sobre a igualdade de Gênero, no qual a escola as crianças de 6 e 7 anos vão discutir questões de gêneros e sexualidade”. O vereador já deixou seu posicionamento contra e afirma:

“Estamos entrando a passos largos para a decadência”.

Edson relatou que recebeu a resposta ao ofício encaminhado ao governador Ofício nº 416/2015 pedindo a inclusão do trecho rodoviário da municipal que interliga a sede municipal de Mercedes à sede distrital de Porto Mendes para virar área da administração do Estado. Conforme o vereador, a resposta foi negativa com a justificativa de não haver recursos para tal. O vereador  questionou, já que não havia sido pedido para reformar, mas apenas para Estadualizar, o que aparentemente não geraria custos, para ele isso é uma infelicidade, já que a rodovia ficará novamente desamparada pelo Estado e porque “O governo finalmente reconheceu que não tem dinheiro.”

Edson Schug citou os requerimentos já mencionados na semana passada, e afirma que “é direito do vereador pedir toda e qualquer informação que ele quiser, apenas nos colocamos de uma forma que quando a informação vem, e ela está disposta em prestação de contas e várias outras situações, acaba desvalorizando o trabalho do vereador que participa das Audiências Públicas, (...) o que a gente questiona é a forma como está sendo feita.” O vereador afirmou que os dados requeridos já estão sendo informados nas Audiências Públicas do Quadrimestre e que seria desnecessário um vereador cobrar tal informação se o mesmo acompanhasse as Prestações de Contas do Município.

Quanto aos valores investidos na Saúde e com relação aos requerimentos encaminhado a respeito de informações sobre medicamento, Edson diz que até a metade deste ano já se gastou mais com medicamentos do que todo o ano passado. Edson apresentou algumas informações de valores investidos em saúde em Mercedes, que foram repassadas pelo ex-vereador e Secretário de Saúde Marcelo Eninger: “Mais de 102 mil reais de recursos próprios do município, apenas 4 mil reais e nada do SUS.(...)Para ver o ônus que o o município carrega nas costas quando não ;e repassado o recurso federal e estadual."

Para finalizar, Edson, comunica aos vereadores que quiserem fiscalizar que ele está fazendo o investimento em outra propriedade e “como munícipe estou usando do direito das horas máquinas, e me coloco à disposição para aqueles que quiserem podem ir lá tirar fotos e acompanhar o serviço (...) fiquem todos bem à vontade para fiscalizar”.

ENQUETE

Aborto em caso de Microcefalia: Você Faria?

Desenvolvido por DocStart