Havan divulga vídeo de assalto e pede mais segurança em Curitiba

Bem Paraná | 03/09/2017 06:39

O diretor-presidente da Havan, Luciano Hang, pede por mais segurança na região metropolitana de Curitiba. Um problema, que tem se tornado cada vez mais frequente, são os assaltos às lojas da Havan. Hang enumera que já foram pelo menos cinco ocorrências. Em menos de dois meses, a filial Araucária foi assaltada por três vezes. Situação que se repete em Colombo, Pinhais, Curitiba Barigui e Curitiba Parolin. A empresa também divulgou vídeos dos assaltos nas lojas.

Conforme informações da Polícia Civil, um dos homens que assaltaram a filial Colombo já foi capturado e preso, e os assaltantes da unidade de Pinhais foram reconhecidos pela fiscal da loja. O procedimento, em Pinhais, segue com o envio do reconhecimento para o juiz, que expede o mandado de prisão para os autores do roubo. A Polícia está acompanhando a movimentação de ambos, para capturá-los. Segundo Hang, a Polícia está atendendo prontamente às ocorrências na Havan, mas o volume de assaltos é muito grande. “Precisamos coibir este tipo de ação. Algo precisa ser feito, urgente!” 

Luciano Hang pede que providências sejam tomadas pelo governo do Estado, em parceria com as polícias Militar e Civil, por meio de ações preventivas. “Estamos presentes em 15 estados brasileiros, com mais de 100 lojas espalhadas pelo País e nunca vimos nada parecido. A Havan paga todos os impostos e não temos o mínimo de segurança na região.” 

De acordo com o departamento de Auditoria Interna e Prevenção de Perdas da Havan, as imagens analisadas mostram que as quadrilhas, de dois a três integrantes, às vezes mais, estão cada dia mais especializadas, tanto em roubo de celulares, quanto de televisores, e os bandidos cada vez mais jovens. Uma das medidas adotadas pela Havan, além do eficiente sistema interno de segurança, é o rastreamento dos celulares por meio de chip, o que facilita a localização dos bandidos, e, por consequência, dos aparelhos. 

A Havan tem rastreadores em todas as lojas e registrou a ação dos bandidos por meio da Central de Segurança, que monitora as 100 lojas da rede, 24 horas, com o auxílio do sistema Face Detector. Este programa combina as imagens capturadas pelo circuito interno com os bancos de imagens da própria empresa e das autoridades policiais. A publicação de informações, imagens de furtos e roubos na Havan, por meio da internet, redes sociais e imprensa, é uma prática da empresa, que também disponibiliza um Disque-Denúncia (9-047-3446-7953), para o qual as pessoas podem telefonar caso reconheçam os suspeitos ou que tenham acompanhado, de longe, a ação. O telefone recebe ligações a cobrar, 24 horas por dia, sem que o autor da chamada precise se identificar. 

Hang finaliza dizendo que a situação é preocupante e afeta não apenas a Havan, mas também outras lojas de departamentos, de eletros e supermercados da região metropolitana.

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